A reportagem do Fantástico entrevista o psicólogo social Jonathan Haidt, autor de um best-seller sobre os efeitos prejudiciais das telas. Ele defende que, após a proibição dos celulares nas escolas, o próximo passo é monitorar o uso de telas dentro de casa. Apesar das recomendações para que os pais conversem e acompanhem o comportamento dos filhos nas redes sociais, isso nem sempre funciona, já que adolescentes rapidamente aprendem a esconder informações assim que têm acesso a um celular.
A reportagem cita o livro “Aconteceu com Minha Filha”, no qual um pai relata que sua filha adolescente começou a se automutilar após esconder o que vivia nas redes sociais. Ao mexer no celular dela, ele encontrou a palavra “LULZ” e descobriu que se tratava de transmissões ao vivo em que jovens seguem comandos de grupos no Discord. Esses grupos, cada vez mais comuns, incentivam adolescentes a se automutilarem ou praticarem violência contra animais.
O que é e como evitar o brain rot (apodrecimento cerebral)?
Neste vídeo, o Dr. Drauzio Varella explica o termo “apodrecimento cerebral”, que se refere à perda de funções básicas do cérebro devido ao uso excessivo de telas. Ele comenta que isso já era recorrente por motivos como o uso de drogas alucinógenas.
Entenda por que o excesso de telas digitais é perigoso para as crianças
Nesta entrevista com um médico, é discutido como o uso prolongado do celular pode causar danos biológicos a crianças e adolescentes, representando um real perigo ao longo do desenvolvimento cerebral.
Alerta: o uso excessivo de celular por crianças pode provocar sérios problemas de saúde.
Esta reportagem aborda os riscos do uso excessivo e precoce do celular por crianças. Segundo o conteúdo, o celular prejudica o desenvolvimento do cérebro infantil e pode causar diversos problemas em sua evolução.
Como a tecnologia pode estar alterando a sua memória.
No seguinte vídeo, Drauzio nos informa como nossa memória pode estar sendo prejudicada pelo uso das telas. Ele apresenta um experimento, no qual diferentes grupos entram em uma sala: um com o celular, outro com o celular desligado e um terceiro sem celular.
A entrevista do Fantástico com o influenciador Felca destaca seu vídeo recente sobre a “adultização” de menores nas redes sociais. No conteúdo, ele expõe casos de sexualização de adolescentes, incluindo o de Hytalo Santos, que publicava vídeos de jovens dançando músicas de conotação sexual e até criava falsas narrativas envolvendo gravidez e aborto. A repercussão do vídeo motivou maior atenção da sociedade e ampliou medidas protetivas, como restrições em aplicativos e maior monitoramento parental.
Felca também alerta que os algoritmos das redes sociais podem facilitar o acesso de pedófilos a conteúdos inadequados, já que, ao interagir com certos vídeos, o usuário passa a receber conteúdos semelhantes. Sua denúncia reforçou a discussão sobre o projeto de lei 2628/2022, que busca proteger crianças e adolescentes online. Entre as medidas defendidas estão a verificação real da idade dos usuários, o acesso dos pais às atividades digitais dos filhos e a remoção imediata de conteúdos de abuso e exploração infantil.
RELATOS
Referências
- "Fantástico: O impacto das telas em crianças e adolescentes"
- "Fantástico: 'É mais importante do que eu, não vou parar', diz Felca em entrevista exclusiva"
- "ALERTA: USO EXCESSIVO DE CELULAR POR CRIANÇAS PODE PROVOCAR SÉRIO PROBLEMAS DE SAÚDE"
- "Entenda por que o excesso de telas digitais é perigoso para as crianças"
- "O que é e como evitar o brain rot (apodrecimento cerebral)?"
- "Como a tecnologia pode estar alterando a sua memória."


